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Mostrando postagens de 2015

A Organização dos Espaços e Tempos de Ensino e de Aprendizagem

Ana Maria Louzada
Muitas são as formas de organização dos diferentes espaços e tempos de ensino e de aprendizagem. Na sala de aula, pode-se organizar diferentes ambientes de estudos, envolvendo atividades que promovam a apropriação de conhecimentos de matemática, história, geografia, ciências, arte, português, etc. Dessa forma os ambientes podem ser de Arte, Jogos, Brinquedos e Brincadeiras, Produção de Textos, Dramatização, Leitura, etc.
É importante que a criança possa buscar nos diferentes ambientes de estudos, subsídios para responder as suas questões de estudos, e para isso o tempo necessário para tais estudos. Assim, não dá para ter uma aula de 50 minutos de matemática e depois mais uma de 50 minutos de história, de forma que as crianças retomem os estudos de matemática apenas no outro dia. Reorganizar os tempos significa a articulação das diferentes áreas do conhecimento de forma que as crianças possam se apropriar dos seus conhecimentos de forma articulada e no tempo que for nec…

REFLETINDO SOBRE O SENTIDO DA LEITURA!

O filme a "Menina que odiava livros", promove uma reflexão muito importante sobre o sentido da leitura.

Para que a criança se constitua leitora, é necessário que ela seja inserida em práticas de leitura com objetivo real e motivo real.

Inserir a criança em práticas de leitura implica em reconhecer a leitura enquanto tempo espaço de produção de sentidos.





Com base na análise do vídeo podemos dizer que a alfabetização precisa se constituir num tempo e espaço de ensino e de aprendizagem em que a leitura e a escrita se tornem necessárias às crianças
Vale dizer também que  a leitura é uma atividade de produção de sentidos que pressupõe a interação autor-texto-leitor. Entram em jogo as experiências e os conhecimentos do leitor.
 “A leitura de um texto exige do leitor bem mais que o conhecimento do código linguístico, uma vez que o texto não é simples produto da codificação de um emissor a ser decodificado por um receptor passivo (KOCH e ELIAS, 2009, p.11). 

Como você tem trabalhado a…

AS CEM LINGUAGENS DAS CRIANÇAS

Veja no Canal: Educação e Diálogo

As cem linguagens da criança A criança é feita de cem. A criança tem cem mãos cem pensamentos cem modos de pensar de jogar e de falar.
Cem sempre, cem modos de escutar, de maravilhar de amar.
Cem alegrias para cantar e compreender. Cem mundos para descobrir. Cem mundos para inventar. Cem mundos para sonhar.
A criança tem cem linguagens (e depois cem, cem, cem) mas roubaram-lhe noventa e nove. A escola e a cultura lhe separam a cabeça do corpo.
Dizem-lhe: de pensar sem as mãos de fazer sem a cabeça de escutar e de não falar de compreender sem alegrias de amar e de maravilhar-se só na Páscoa e no Natal.
Dizem-lhe: de descobrir um mundo que já existe e de cem roubaram-lhe noventa e nove.
Dizem-lhe: que o jogo e o trabalho a realidade e a fantasia a ciência e a imaginação o céu e a terra a razão e o sonho são coisas que não estão juntas.
Dizem-lhe enfim: que as cem não existem.
A criança diz: ao contrário, as cem existem.

Questões sobre Gênero e Sexualidade

SEXUALIDADE INFANTIL: QUESTÕES PARA REFLEXÕES

O desenvolvimento da sexualidade infantil provoca indagações por parte das crianças.
É importante saber lidar com os seus questionamentos.
Ana Maria Louzada
Relações de Gênero, Sexualidade e Orientação Sexual é uma temática que permeia o nosso cotidiano, isto é, que faz parte das nossas práticas sociais e culturais.
É importante que a referida temática seja inserida nas orientações a serem feitas às crianças, tendo em vista que o contexto em que vivemos ainda se revela com muitos mitos, tabus e preconceitos.
Daí a necessidade do diálogo, mas acima de tudo, a importância de saber como dialogar. De compreender e ir ao encontro do que de fato as crianças precisam saber.
As respostas devem ser simples e claras, não havendo necessidade de responder além do que lhe for perguntado. Dar respostas insuficientes faz com que a criança pergunte mais e mais ou, ainda, que vá procurar as respostas em outras fontes nem sempre confiáveis; por outro lado, dar respostas extensas demais, do tipo “aula comple…